quinta-feira, 5 de agosto de 2010

há psycodelicxx.

off-line
Ta ai galera o Line up, da Black Box, que ta loooco só atrações assustadoramente de responsa o/


sábado, 31 de julho de 2010

Sexta feira 13 .



Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se o mais azarado dos dias não é ? Não ! Vai rolar, na proxima sexta feira 13 , a 3ª edição da Black Box , a festa vai rolar no CTG Pedro Raimundo , e promete !

Aguardem o Line up aqui :D

quarta-feira, 28 de julho de 2010

New Perspective .

Bom galera, aqui estou para blogar, e compartilharde ideias , boas bobas e sem sentido com vocês sobre, musica, principalmente musica eletronica, resolvi criar esse blog, pra facilitar a parada pra quem se interessa, e nen faz ideia de como curtir e o que curtir na cena da musica eletronica. Aqui vai parte de uma matéria super legal, e facil de entender do jornalista Silvio Anaz , sobre as novas perspectivas da musica eletronica e das Rave's , vale a pena conferir .

A ditacuja .

Uma música repetitiva, robótica, quase hipnótica, pop e dançante tem sido o sucesso dos clubes noturnos no mundo inteiro desde os anos 80. Denominada de música eletrônica, dance music ou tecno, ela é o combustível de uma contracultura contemporânea, que, após as gerações dos hippies e dos punks, encontra nos "clubbers" (nome dados a boa parte dos freqüentadores dos clubes e festas de música eletrônica), nas raves, na cultura dos DJs e no uso de drogas sintéticas os seus principais elementos.
A música eletrônica pop surgiu como resultado de diversos fatores estéticos e comportamentais. No campo artístico, heranças da música da era da discoteca (disco music), do final dos anos 70, e a introdução de sonoridades de sintetizador, bateria eletrônica e sampler (equipamento que armazena sons digitalmente) se misturaram para criar uma nova música dançante de estilo industrial e futurista (daí a denominação de música tecno).
À semelhança dos principais movimentos jovens da era da cultura pop, os apreciadores da música eletrônica criaram um comportamento típico, com uma moda própria e com a realização de festas em áreas rurais, chamadas de raves, que acontecem preferencialmente em sítios, ao ar livre ou em galpões. O uso de drogas sintéticas, como o Ecstasy, que potencializaria o efeito da música, também caracteriza esse comportamento.
Saiba a seguir como a música eletrônica (ou dance music ou tecno) se transformou em um fenômeno da cultura pop contemporânea e quais são suas principais vertentes.

Rave: a festa maior da música eletrônica

O ponto alto do fenômeno cultural da música tecno são as raves, festas realizadas normalmente ao ar livre em regiões rurais próximas às grandes cidades, mas freqüentadas por jovens urbanos. As primeiras raves teriam surgido, segundo conta Nicolas Saunders no livro "Ecstasy and the Culture Dance", em Ibiza (Espanha), em 1987. A junção de música eletrônica pop, Ecstasy, o ambiente paradisíaco da ilha e o desejo das pessoas em festejarem sem parar estimulou a realização de festas que duravam dias.
Após o fim do chamado "verão do amor" de 87 em Ibiza, as raves se popularizaram na Inglaterra no final dos anos 80, com as festas sendo realizadas em prédios abandonados e em sítios. Divulgadas por meio de flyers e rádios piratas, elas procuravam não chamar a atenção da polícia. Mas, em 1992, uma rave que durou seis dias e reuniu 40 mil pessoas em Worcestershire, regada a Ecstasy e outras drogas, mostrou para as autoridades e à imprensa que um novo fenômeno surgia na cultura jovem.
As raves e a música eletrônica constituem uma atualização da contracultura na virada do milênio. Movimento que se originou com os escritores beatniks nos anos 50 nos Estados Unidos e teve seus pontos altos com os hippies nos anos 60 e os punks na década de 70, a contracultura representa a oposição da cultura jovem ao estilo de vida da classe média e a insatisfação e descrença da juventude em relação aos valores tradicionais, como educação, carreira profissional e moralidade, entre outros. Já a tecnologia que era um dos alvos da contracultura nos anos 60 é na era da música eletrônica uma de suas aliadas. Um dos grupos de jovens mais identificados com a música eletrônica, os "clubbers" baseiam sua atitude em princípios que são a base da contracultura original, como paz, amor, união e respeito. Outras semelhanças estão no uso de drogas psicoativas e na realização de suas festas e encontros em áreas rurais, ao ar livre e de preferência em locais onde a natureza seja exuberante.
As raves são o ponto alto de um circuito de eventos e espaços e de um estilo de vida que a cultura jovem desenvolvida em torno da música eletrônica fez surgir. Nela, o que se destaca é a possibilidade de realização plena do efeito catártico que a batida hipnótica da música eletrônica pode causar nos participantes. À semelhança de outros momentos da contracultura, a rave faz com que os seus participantes sintam que fazem parte de uma comunidade, só que neste caso de uma comunidade efêmera, que existe apenas enquanto dura a rave.

ૐ .